QUEM SOMOS

CAVALEIROS - alusão aos Templários, às Cruzadas e à Távola Redonda. HERMON - o termo remete-nos ao Monte Hermon, em cujo topo se forma a neblina que se condensa em forma de garoa, o orvalho consagrado pelo Salmo 133. Essa precipitação "tolda parcialmente o sol escaldante do sul do Líbano, e umedece seu solo, transformando-o numa das regiões mais férteis e amenas do Oriente Médio."

Nós Cavaleiros do Hermon, na constante busca para tornar feliz a humanidade, sob a égide do Grande Arquiteto do Universo, que é Deus, nos reunimos às sextas-feiras a partir das 20h00 , na Avenida Pompéia, 1402 - Templo Ir.'. Willian Bucheb - São Paulo - SP.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

ORDEM DO DIA - 05SET14


À
G.˙.D.˙.G.˙.A.˙.D.˙.U.˙.

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. CAVALEIROSDO HERMON – 335
Fundada em 13 de maio de 1988
Jurisdicionada a Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo – GLESP


 
Dia 05/09/14 – Sessão de Aprendiz Maçom

Lembrem-se:

“A alegria que se tem em pensar e aprender faz-nos 

pensar e aprender ainda mais”.
Aristóteles

PALESTRA GLESP


quarta-feira, 13 de agosto de 2014

À
G.˙.D.˙.G.˙.A.˙.D.˙.U.˙.

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. CAVALEIROSDO HERMON – 335
Fundada em 13 de maio de 1988
Jurisdicionada a Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo – GLESP


ORDEM DO DIA – 15/08/14 sexta-feira
Convocamos todos os valorosos Irmãos para os trabalhos desta sexta-feira; teremos a leitura e discussão dos trabalhos dos aprendizes e companheiro.


Se existe amor, há também esperança de existirem verdadeiras famílias, verdadeira fraternidade, verdadeira igualdade e verdadeira paz. Se não há mais amor dentro de você, se você continua a ver os outros como inimigos, não importa o conhecimento ou o nível de instrução que você tenha, não importa o progresso material que alcance, só haverá sofrimento e confusão no cômputo final. O homem vai continuar enganando e subjugando outros homens. Basicamente, todo mundo existe na própria natureza do sofrimento, por isso insultar ou maltratar os outros é algo sem propósito. O fundamento de toda prática espiritual é o amor. Que você o pratique bem é meu único pedido.

Dalai Lama

quinta-feira, 10 de julho de 2014

CÂMARA DO MEIO


À
G.˙.D.˙.G.˙.A.˙.D.˙.U.˙.

A.˙.R.˙.L.˙.S.˙. CAVALEIROSDO HERMON – 335
Fundada em 13 de maio de 1988
Jurisdicionada a Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo – GLESP


ORDEM DO DIA – 25/07/14 sexta-feira
Convocamos todos os valorosos Irmãos Mestres Maçons para os trabalhos desta sexta-feira. 

Lembrem-se:

“Não há mestre que não possa ser aluno”.
Baltasar Gracián y Morales




segunda-feira, 7 de julho de 2014

NOTA DE FALECIMENTO E SEPULTAMENTO

Em: 07JUL14
NOTA DE FALECIMENTO E SEPULTAMENTO
É com imenso pesar que informamos o falecimento da cunhada Alzira Wolff, esposa de nosso Irmão, também falecido, Nelson Wolff, fundador de nossa Loja.
A provável circunsância do falecimento deve ter sido complicações cardíacas, entre quinta e sexta-feira, tendo o corpo sido localizado somente no sábado pelos sobrinhos, que necessitaram arrombar o apartamento.
Por razões extraordinárias não haverá velório e o sepultamento se dará entre 09h e 10h do dia 08JUL14 no cemitério da Consolação.
Solicitamos aos irmãos que puderem que se façam presentes.
S.'.F.'.U.'.
Ir.'. EUCLIDES CACHIOLI DE LIMA - V.'.M.'.
ARLS CAVALEIROS DO HERMON - 335
 
 
 

domingo, 22 de junho de 2014

INSTALAÇÃO E POSSE

INSTALAÇÃO E POSSE DA CHAPA BARÃO DO RIO BRANCO
GESTÃO 2014/2015

DIA 27JUN14 - SEXA-FEIRA    -     20h00

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Por que os maçons não lêem?




Por: Kurt Prober
“Não é afirmação jocosa quando observo que VOCÊ, que está lendo estas linhas, é na verdade um dos poucos componentes deste grupo minoritário de leitores maçônicos”.
A Comissão de Educação Maçônica da Grande Loja de Missouri (EUA) recentemente publicou um brilhante artigo a este respeito, de autoria do Irmão Earl K. Dille Jr., e usando de alguns trechos das conclusões a que ele chegou, irei tecer um breve comentário sobre o que acontece no nosso ambiente maçônico.
A simples existência deste estudo prova que o mal não é somente nosso, mas sim Universal, embora entre nós muito agravado. Costumam afirmar que a Arte Real não precisa de divulgação escrita, por ser ela uma agremiação tradicional onde tudo é comunicado “oralmente”. E todos aqueles que já se dedicaram jornalisticamente à feitura de um jornal maçônico, ou que, como escritores ou historiadores, já tentaram editar ou mesmo conseguiram fazê-lo, um livro maçônico, podem sumariamente provar o fato: “O MAÇOM NÃO GOSTA DE LER” seja por falta de interesse, entusiasmo, motivação íntima, ou seja por simples preguiça.
Se recebe um jornal ou boletim, geralmente distribuído graciosamente por Lojas ou Potências, para início de conversa esquece a sua obrigação mais elementar de profano, “a de acusar o recebimento”. Muito contrário, ainda reclama quando lh’o mandam. Mas, quando o recebe, mal passa os olhos pelos cabeçalho, se é que algo lhe merece atenção NÃO O GUARDA e nem dá a algum irmão eventualmente mais interessado. E quando alguém lhe fala de um determinado artigo, muitas vezes até sem tê-lo lido, “mete a lenha” ou faz uma alusão desairosa sobre o autor, especialmente quando não é do seu “partido fofoqueiro maçônico”. Normalmente arquiva o boletim na “CESTA-seção…”
E o famoso artigo “POR FAVOR, NO LIXO, NÃO…!” , publicado pelo esforçado “ADAUTO” no “O CINZEL” nº 104/106, em março de 1976 (protesto veemente do redator do O CINZEL – Órgão da Loja REALIDADE n.º 21, de Recife) é um documento mais do que convincente deste estado de coisas.

Calcula o autor americano que menos de 10% dos maçons americanos “passam os olhos em tais publicações”, dizendo os editores de livros maçônicos que menos de 5% COMPRAM UM LIVRO. Mas se isto acontece num país altamente alfabetizado, o que diremos nós do BRASIL?
Ao ser iniciado, elevado ou exaltado no simbolismo e a seguir no filosofismo, cada maçom recebe UM EXEMPLAR do rito de cada grau, uma Constituição e um Regimento Geral. Pois bem, sendo eu possuidor da maior Biblioteca Maçônica do Brasil, tenho me perguntado a milhares de Irmãos de tudo quanto é rito e potência, e RARO é aquele que, mesmo sendo Grau 33 me pode mostrar (ou emprestar para tirar um xerox) dos rituais de sua época, ou das Constituições que recebeu. Praticamente nenhum Irmão, de Lojas que durante anos imprimiram Boletim ou Jornais, me pôde mostrar algum e muito menos ALGUNS números dos mesmo, e a maioria das Lojas que os imprimiram não possuem uma coleção completa, única que seja. Não quero aqui citar os nomes de pelos menos 10 Lojas às quais escrevi perguntando, para não envergonhar ninguém. ARLS ORVALHO DE HERMON
Basta só citar o BOLETIM DO GRANDE ORIENTE DO BRASIL, editado continuamente de 1871 até 1976, com poucas interrupções, perfazendo um total de digamos 800 números. Creio que só existe UM ÚNICO CONJUNTO COMPLETO, que é o da minha biblioteca, e nem o GOB possui uma coleção completa, faltando-lhe, creio, quase 8 anos.
Se eu afirmasse categoricamente que nem 5% dos nossos Irmãos Iniciados e que hoje possuem altos graus, jamais passaram os olhos nesses rituais e constituições, provavelmente seria taxado de exagerado. Entretanto, na verdade eu estaria, assim mesmo “mentindo descaradamente”, pois raros são os que jamais abriram estes livrinhos… e raríssimos são os que os guardaram carinhosamente. Faça-se em qualquer Loja de mais de 15 anos de existência a experiência, mandem trazer os rituais de todos graus que possuem, pelos Irmãos antigos, e terão confirmado o que acabo de afirmar. Portanto, não é a firmação jocosa quando observo que VOCÊ, que está lendo estas linhas, é na verdade um dos poucos componentes deste grupo minoritário de leitores maçônicos.
Existem no mundo muitas Lojas de Estudos; ARS QUATOR CORONATI da Inglaterra e da Alemanha, a Sociedade “PHILALETES” dos Estados Unidos, o Centro de Estudos Maçônicos de Jandaia do Sul, etc., que editam livros e boletins, mas os seus membros e assinantes, evidentemente “contribuintes”, são em número tão reduzidos que seria ridículo aqui citar números, para a Maçonaria não morrer de vergonha.
O iniciando, olhando respeitosamente os membros antigos das Lojas, especialmente os que fazer questão de “enfeitar o Oriente”, ou os componentes da nossa honorável Fraternidade, de um modo geral os imagina bem ilustrados e informados, mas na realidade, em 99% dos casos, está redondamente enganado. Se mostra o desejo de estudar e aprender alguma coisa, especialmente quando possui um grau de cultura mais elevado, é sumariamente freado e até ridicularizado com o velho chavão: Ainda é muito cedo para você ficar sabendo isto, porque isto irá aprendendo com o tempo, quando for mestre…”
Na hora, o novato ainda reverencia “tamanha cultura demonstrada”, e quando o tempo passa e ninguém lhe ensina coisa alguma, então se desencanta, e quando exaltado a mestre, começa a se afastar e vai faltando ao convívio daqueles que tão vilmente o enganaram. Com vaidade quase pessoal, os mais vivos citam bombasticamente, e em tudo quanto é ocasião, os nomes de grandes maçons do passado: Cônego Barbosa, Lêdo, Nabuco, Rui, Macedo Soares, Saldanha Marinho, George Washington, Franklin, Goethe, Monroe, etc., mas esquecem que estes maçons se tornaram GRANDES, de fato, por que estudaram e leram tudo quanto aparecia de impresso, escreveram e publicaram livros, e assim foram ensinando os seus irmãos contemporâneos e atuais, o que a maioria de nós NÃO FAZ e não está disposta a fazer.
Para que se tornaram maçons, então? Se não estão dispostos a “desbastar a pedra bruta”, nem a sua própria e nem a dos aprendizes, ainda se dispõem a aprenderem alguma coisa? Será que nos tornamos maçons pelo simples desejo de pertencer ao “sindicato”? A verdade é que a grande maioria só quer mesmo é bater no peito e “apregoar”, ou então “sussurrar” ao ouvido dos outros SOU MAÇOM!…